Perguntas frequentes

 

Quem tem dúvidas precisa de certezas.

O autoconsumo pode suscitar muitas dúvidas, mas uma coisa é garantida: é benéfico para si.

A pensar no consumidor, a Sundeals reuniu um conjunto de questões frequentes sobre autoconsumo e deu-lhes resposta. Porque o autoconsumo não tem de ser um quebra-cabeças.

  • O que é o autoconsumo e por que razão é tão importante? +

    As unidades de produção para autoconsumo (UPAC) são sistemas que permitem produzir energia que será injetada para consumo na instalação elétrica do local onde estão implementados. O autoconsumo é importante porque contribui para a redução dos custos energéticos, que estão constantemente a aumentar.
  • O que é um kit de autoconsumo? +

    Um kit de autoconsumo corresponde ao conjunto de equipamentos necessários para a produção e injeção de energia. O seu nome é uma forma das empresas distinguirem os sistemas até 1,5 kW de potência dos restantes. Os kits de autoconsumo Sundeals são compostos por painéis fotovoltaicos (que captam a radiação solar), microinversores (que fazem a conversão de energia fotovoltaica em energia elétrica, injetando-a na instalação elétrica) e estrutura de suporte.
  • E por que motivo é feita essa distinção? +

    Todas as UPAC obedecem à mesma legislação, no entanto as unidades até 1,5 kW estão isentas de pagamento de taxas de instalação e de registo junto das entidades oficiais, sendo mais benéficas para o consumidor. Unidades de produção com potência superior necessitam de registo e eventual certificação junto da Direção-Geral de Energia e Geologia.
  • É possível instalar um sistema dimensionado em minha casa? +

    Sim, é. Porém, a nossa experiência profissional revela que, na maioria dos casos, um kit de autoconsumo é mais do que suficiente para as necessidades da habitação. Os sistemas com potência superior a 1,5 kW são especialmente indicados para a indústria, comércio e habitações com consumos muito significativos de energia durante as horas de sol.
  • Qual é o melhor kit para a minha casa? +

    Através de uma análise dos consumos realizados durante as horas de luz solar é possível averiguar qual o kit mais indicado para a sua habitação. Esta análise é feita a partir de uma ou mais faturas de eletricidade. Na maioria dos casos, uma habitação não necessitará mais do que seis painéis fotovoltaicos (com uma potência de 250 W cada).
  • E se for necessário adicionar painéis posteriormente à instalação? +

    Nós adicionamos! Não existem limites quanto ao número de painéis fotovoltaicos a instalar num determinado local, no entanto é necessário obedecer à legislação, nomeadamente o pagamento de taxas caso ultrapasse os 1,5 kW de potência. É importante também reforçar que um número excessivo de painéis não garante maior rendimento. Os sistemas deverão estar devidamente dimensionados às necessidades do local.
  • Taxas, taxas, taxas… Afinal como é que isso funciona? +

    A legislação é inequívoca quanto ao pagamento de taxas. UPAC com potência entre os 200 W e os 1,5 kW não estão sujeitas a taxas, sendo apenas obrigatória uma comunicação prévia no portal da DGEG que fica a cargo da Sundeals. UPAC com potência superior a 1,5 W estão sujeitas a taxas de acordo com escalão abaixo. Se pretender vender a energia não consumida à RESP (Rede Elétrica de Serviço Público) terá de pagar uma taxa de 30 €. De seguida, apresentamos as taxas de acordo com a venda ou não à RESP. Sem venda à RESP: até 1,5 kW - 0€; de 1,5 kW a 5 kW - 70 €; de 5 kW a 100 kW - 175 €; de 100 kW a 250 kW - 300 €; de 250 kW a 1 MW - 500 €.Com venda à RESP: até 1,5 kW - 30 €; de 1,5 kW a 5 kW - 100 €; de 5 kW a 100 kW - 250 €; de 100 kW a 250 kW - 500 €; de 250 kW a 1 MW - 750 €
  • Quer dizer que posso vender energia? +

    Pode. A energia não consumida é injetada na RESP, podendo ou não ser ressarcido por isso. A RESP fica a ganhar de qualquer modo porque é alimentada por estes sistemas. No entanto, o consumidor pode beneficiar da venda da energia não consumida, recebendo um valor simbólico pela mesma e mediante o pagamento de uma taxa de 30 €.
  • Então de forma a tirar mais proveito desta venda, posso instalar mais painéis… +

    Não. Como explicámos anteriormente, os sistemas de autoconsumo deverão estar devidamente dimensionados de acordo com as necessidades da habitação. Se o produtor estiver a produzir mais energia propositadamente, o comercializador de energia poderá não ressarcir qualquer valor referente à venda.
  • É possível armazenar a energia não consumida em vez de a mesma ser injetada na RESP? +

    Sim e não. Passamos a explicar: a legislação em vigor não prevê armazenamento, logo os nossos kits não incluem baterias para o efeito. A acumulação não é impossível, no entanto as baterias aumentam significativamente o valor do investimento, pelo que o retorno do investimento seria de longo prazo. Assim, a modalidade atual é a melhor opção: a energia produzida é injetada direta e automaticamente na instalação elétrica do local de implementação, sendo que a não consumida é injetada na rede. Contudo, é importante referir que a tecnologia de armazenamento com lítio - solução que aconselhamos - está em rápido desenvolvimento e que num futuro próximo iremos assistir à chegada de baterias ao nosso mercado a preços competitivos, o que permitirá a sua acoplação aos sistemas de autoconsumo já instalados nos nossos clientes.
  • Quanto tempo leva a instalação dos kits de autoconsumo? +

    Habitualmente o tempo de instalação não é superior a seis horas, no entanto esta duração depende das condições do local de instalação e da dimensão do kit.
  • Como posso saber a produção do meu kit de autoconsumo? +

    Através de medidores de produção que indicam a energia produzida pelo kit. Existem vários tipos de medidores: alguns que poderão ser ligados junto da tomada onde é injetada a energia e outros via wireless. A Sundeals dispõe de medidores de produção/consumo para venda. Basta falar connosco!
  • Como posso saber se estou a consumir energia a partir do sistema de autoconsumo e não da RESP? +

    Quanto mais próximos os equipamentos de consumo estiverem do ponto onde é injetada a energia (ou seja, a sua habitação), maior a probabilidade de serem alimentados pelo kit. A isto se chama impedância elétrica, ou oposição à passagem de corrente elétrica: a impedância é tanto maior quanto maior for a distância da fonte de energia. Pode também verificar o seu funcionamento através dos diferentes sistemas de monitorização de consumo/produção que temos disponíveis para si.
  • O que acontece se faltar energia da rede? O sistema de autoconsumo alimenta a minha habitação? +

    Não. Por razões de segurança e sincronismo dos equipamentos, a falta de energia suspende o funcionamento do sistema.
  • Os kits podem ser implementados em locais com instalação trifásica? +

    Sim, podem.
  • Qual o tempo de vida útil de um sistema de autoconsumo? +

    Se o sistema for bem conservado (através de simples cuidados periódicos), o seu tempo de vida útil é de pelo menos 25 anos.
  • Que cuidados deverei ter com os sistemas de autoconsumo? +

    No caso dos kits, por se tratarem de sistemas de pequena dimensão, a manutenção não tem de ser periódica. Aconselha-se fazer uma limpeza dos painéis, verificar visualmente os equipamentos e ligações elétricas. Se for detetada alguma anomalia, recomendamos que contacte os nossos técnicos especializados para efetuar a reparação. Os restantes sistemas deverão ser sujeitos a uma manutenção periódica, geralmente anual.
  • Quanto tempo é necessário para obter o retorno do investimento? +

    O payback é habitualmente obtido no prazo de quatro/cinco anos. Este período depende da tarifa e potência contratadas que tiver contratualizada na sua habitação e poderá ser reduzido com os expectáveis aumentos das tarifas de eletricidade.
  • Eu tenho um sistema de microprodução. Posso instalar um sistema de autoconsumo na minha casa? +

    Caso pretenda instalar o sistema de autoconsumo no mesmo local onde já está implementado um sistema de microprodução, não é possível fazê-lo. A legislação em vigor permite a pluralidade de registos de um mesmo produtor, desde que a cada registo esteja associado um local distinto.
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